domingo, 27 de abril de 2014

Indicação de literatura maçônica (Ortodoxia Maçônica)

    A indicação de literatura maçônica é o livro Ortodoxia Maçônica, de autoria do pesquisador e escritor maçom J. M. Ragon.
    A obra faz um amplo estudo histórico e doutrinário da Franco-maçonaria, mantendo uma perspectiva relacionada ao Ocultismo e ao Hermetismo maçônicos.
    O autor inicia o livro analisando o surgimento da Ordem Maçônica na França, no século XVIII, e sua reorganização logo a seguir.
    A obra estuda também o surgimento e as peculiaridades de algumas associações denominadas supermaçônicas (ou supramaçônicas), as quais se caracterizavam pela proliferação de altos graus.

Quiromancia é o método de
adivinhação que utiliza a leitura
das linhas das palmas das mãos.

 Entre as organizações super-maçônicas, a obra relata as seguintes: o Rito de Ramsay (1728), o Rito da Velha-Nora ou dos Fiéis Escoceses (1748) e o Rito Filosófico da Loja-Mãe Escocesa (1750).
   Por fim, o livro apresenta variados aspectos relacionados ao Ocultismo, tais como: o Mesmerianismo, a Taumaturgia, a Quiromancia, a Quirologia, a Kabala, a Astrologia e o Magismo.

    A obra está disponível na Sala de Leitura JOSÉ RAMOS PENÊDO, localizada no Complexo Arquitetônico do Supremo Conselho do Brasil do Grau 33 para o Rito Escocês Antigo e Aceito.

4 comentários:

  1. Cmt. em Chefe, Milton Antônio Graça do Sacramento, Consistório nº 1:

    A mesa está servida;
    Basta aos convidados saborearem os manjares literários maçônicos e se deliciarem no aprendizado e no crescimento interior.
    Um fraternal abraço.
    Ir.'. João Anselmo;
    Grau 31 IME 076143 Patente 0250269 - Consistório nº 1.

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    1. Caro Irmão João Anselmo, como podemos ver, a especulação maçônica permite aos iniciados o estudo de uma temática rica em novos e interessantes assuntos.
      Agradecemos a sua colaboração.
      Receba nosso tríplice abraço.

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  2. Comandante-em-Chefe, Ir. Sacramento. Consistório, nº 1

    No passado, me referindo ao ano de 1980, a maior parte dos Escritores Maçônicos pertenciam a Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro, (GLMERJ) sendo bem raros os que pertenciam ao GOB. Isso é um fato ! E, quando ingressei na Arte Real, me deram um endereço para comprar livros de maçonaria, que era a Editora Aurora, na rua Frei Caneca, nº 34, cujo proprietário era o italiano Francisco Molinaro e seu filho Natal Molinaro, ambos de saudosa memória. A Editora Aurora, editava quase 100% das obras maçônicas, do Brasil. Os maiores escritores daquela época eram Rizzardo da Camino, Nicola Aslam e Tenório Albuquerque e muitos outros. Outrossim, a Editora possuia maquinária vinda da Alemanha, ou seja, o que havia de mais moderno, quando foi inaugurada. Francisco Molinaro era um amigo dos maçons e facilitava pagamentos, aceitava cheques, dava bons descontos. Seu filho Natal, escritor de livros de Umbanda, realizava a outra missão da Editora. Aliás, quem entrava na Editora, via duas vitrines, uma à direita, só livros de Umbanda e a da esquerda, apenas, com livros de Maçonaria. Vale dizer, que era um italiano que desagradava a Igreja Romana, pois tanto a Umbanda como a Maçonaria eram consideradas inimigas da Igreja Católica Apostólica Romana. Fiz amizade com Francisco Molinaro, que veio jovem para o Brasil. Gostava de conversar com ele sobre as Guerras na Europa e a vocação dele em fazer livros para a Umbanda e Maçonaria. Diga-se, que seus livros eram vendidos e enviados para todos os Estados da Federação Brasileira. O editor Francisco Molinaro era já idoso, cabelos brancos e olhos azuis, vivaz e inteligente. Gostava de almoçar no Restaurante "A Lisboeta", na mesma rua, onde, a seu convite, almoçamos juntos. Conheci todas as suas máquinas e impressoras, era uma coisa fabulosa e tinham alguns empregados, que operavam essas máquinas com maestria. Passaram alguns anos e seu único filho Natal Molinaro, 50 anos, sofre um enfarte fulminante, no interior da Editora Aurora. Essa morte, prematura, é a causa do encerramento de suas atividades, pois a nora, exigiu a venda da Editora Aurora, face ao Inventário Judicial. Nesses dias trágicos, o Velho Molinaro me chamou e se aconselhou comigo, já que era Advogado e Procurador Federal. Fim da consulta, que durou, quase, quatro horas, em sua Editora, no andar superior, onde ficava a Administração. Me perguntou, quando devia de honorários...? Respondi: - Nada, meu amigo ! Ele me pegou no braço e disse vamos lá na Oficina, descemos as escadas de madeira, que rangia, tipica das construções antigas, da rua Frei Caneca, e ele me disse: Dr. Sangenis, o senhor tem sido um dos meus melhores clientes, todos esses anos, pode escolher o que, ainda, não tiver comprado, pois eu vou fechar a Editora Aurora. Escolhi alguma coisa que, ainda, não tinha e fui embora. Dois dias após ter se consultado comigo, o Sr. Francisco Molinaro, ele fechou a Editora Aurora. Nunca mais nos vimos e jamais soube dele. Deixo, em respeito a esse grande Editor Maçônico, que divulgou ensinamentos, através dos livros que editava, o meu testemunho - como Mestre Maçom e Grande Benfeitor do GOB e portador da Comenda do Mérito Montezuma - "a Editora Aurora, através de se proprietário, o italiano Francisco Molinaro foi um homem de bem e um grande Editor Maçônico, levando a Cultura da Arte Real para todo os maçons espalhados pelo território Brasileiro." Seus grandes colaboradores - os Escritores Maçônicos, ficaram dispersos pelo Mundo, durante alguns anos, até o surgimento da Madras Editora, que preencheu uma enorme lacuna, através do nosso Irmão Wagner Veneziane Costa - Editor e Presidente da Madras Editora, na Cidade de São Paulo - SP.
    Grande Inspetor Geral, Ir. Sangenis, Portador da Comenda do Mérito Motezuma e Membro Efetivo do Consistório, nº 1
    OBS: As opiniões e conceitos emitidos, são de minha inteira responsabilidade. Dr. Fernando Conde Sangenis, Advogado.

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  3. Caro Irmão Sangenis, obrigado pelo relato histórico.
    Esta é mais uma peça que valoriza as narrativas sobre a história da Maçonaria Fluminense.
    Receba nosso tríplice abraço.

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