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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Tribunais do Grau 31 do Rito Escocês Antigo e Aceito

       A doutrina do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) do Rito Escocês Antigo e Aceito está, em grande parte, voltada à aplicação do conceito maçônico de Justiça como mais um elemento da formação humana que propicia a estabilidade social.
Têmis é uma deusa da mitologia grega associada à Justiça,
tendo em suas mãos representados o direito de julgar e o direito de punir.

      Para representar a aplicação maçônica da Justiça, o Grau 31 apresenta vários símbolos relacionados à História da Humanidade e à Mitologia.
O Tribunal de Osíris representa a aplicação da Justiça Divina após a morte.

      No decorrer dos ensinamentos do Grau 31 são estudados alguns sistemas colegiados, organizados na forma de tribunais que, ao longo da História da Humanidade foram fundamentais para a organização de seus sistemas políticos, legais e sociais.
      Clique no link abaixo e acesse o estudo que aborda: o Tribunal de Osíris, originário da antiga mitologia egípcia, e o Tribunal da Santa Vehme, praticado em regiões da Europa, durante da Idade Média.
Link para => Tribunais do Grau 31

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Personagens do Grau 31 (Osíris) - Parte 4

   Dando continuidade ao estudo sobre Osíris, personagem do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador).
Parte 1  -  Parte 2  -  Parte 3
A cidade de Buto localizava-se numa
fértil região litorânea do Baixo Egito.
    Após a deusa Ísis esconder o caixão com o corpo do seu marido e partir para a cidade de Buto, o deus Set, que se encontrava numa caçada na região do delta do rio Nilo, foi alertado que havia sido encontrada, num local próximo, uma arca semelhante àquela que havia aprisionado o deus Osíris. 
    Set partiu imediatamente para o local indicado e lá, vendo que se tratava do cofre com o cadáver do seu irmão Osíris, abriu-o violentamente, dilacerou o corpo em pedaços e espalhou-os em diferentes lugares do Egito.
pedaços de Osíris
De acordo com a lenda, Set espalhou os pedaços do irmão, Osíris, ao longo do rio Nilo
   A deusa Ísis, ao tomar conhecimento da descoberta do caixão, retornou à região do delta do rio Nilo, junto com a deusa Néftis e iniciaram a busca das partes do corpo despedaçado. 
   Em cada local onde as deusas encontravam uma parte de Osíris era erigido um templo em honra à deusa Ísis. 
De acordo com a lenda, Ísis chorou por semanas ao lado do corpo de marido.
   Ao final da busca, Ísis conseguiu reunir quase todas as partes do cadáver do marido. A parte do corpo que faltava, o pênis, havia sido comida por um caranguejo (animal considerado impuro para os antigos egípcios e, pelo seu crime, condenado a viver eternamente na lama).
    Usando o barro existente nas margens do rio Nilo, a deusa Ísis molda um pênis e assim, comovida, completou o corpo do marido. 
    Os choros de Ísis e Néftis emocionam os deuses Thot (deus da magia) e Anúbis (deus das mumificações) que, juntos com Ísis e Néftis, deram início a um longo ritual místico.
O corpo do deus Osíris foi embalsamado
pelo próprio deus Anúbis, o deus das mumificações.
   A demorada cerimônia incluiu a realização encantamentos, a pronúncia de palavras sagradas e a aplicação de amuletos.  
  Ao final do ritual mágico, o deus Osíris despertou para uma nova vida.
   Apesar de ter obtido a ressurreição mística, o deus não poderia voltar à vida terrestre, pois seu corpo divino agora encontrava-se incompleto.
   Osíris, o grande governante do Alto e do Baixo Egito, tornou-se, deste modo, o primeiro deus egípcio a perder o direito a uma vida terrena, passou, então, a ocupar o cargo de governador e juiz do reino dos mortos, onde construiu um palácio e instalou seu tribunal.
Para governar, Osíris formou no seu reino um tribunal com 42 deuses-jurados, que decidiam sobre os destinos dos homens após a morte.
    A fim de complementar o estudo sobre Osíris na sua fase como governador e juiz do reino dos mortos assista o documentário sobre o Livro Egípcio do Mortos, acessando pelo link abaixo:

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Personagens do Grau 31 (Osíris) - Parte 3

   Dando continuidade ao estudo do deus Osíris, personagem do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador)
    O cofre com o corpo de Osíris foi arrastado até a cidade fenícia de Biblos, e dele nasceram galhos que cresceram milagrosamente e deram origem a uma grande árvore de acácia. 
   De tal modo cresceu a árvore que encobriu totalmente o cofre em que se encontrava o corpo de Osíris. Malcandre, rei de Biblos, ao ver a árvore monumental, mandou cortá-la, a fim usá-la como coluna decorativa para o seu palácio.
  Ísis toma conhecimento do paradeiro da arca e, transformada em andorinha passa a voar em torno da coluna, emitindo gritos de dor. 
    A fim de poder aproximar-se do palácio, Ísis transforma-se numa bela mulher e passa a conviver com as empregadas da rainha de Biblos, que ficam encantadas com o conhecimento, a beleza e a sabedoria daquela mulher. Os comentários das servas são tantos que, a rainha convida Ísis para ser a responsável por cuidar do jovem príncipe, seu filho.
Os fenícios foram uma antiga civilização de comerciantes
às margens do Mar Mediterrâneo e Biblos (ou Gebal) era
um porto exportador do papiro que ia do Egito para a Grécia.
    Numa noite, ao entrar no quarto do príncipe, a rainha o vê cercado por chamas e por sete escorpiões. Assustada, a rainha mobiliza todo o pessoal do palácio em socorro do seu filho. Ísis, com um gesto mágico, interrompe as chamas e retira os escorpiões do quarto. Tratava-se de um antigo ritual egípcio de purificação, visto que Ísis pretendia conceder ao príncipe a imortalidade.
    Os reis, admirados, reconhecem em Ísis a poderosa deusa do Alto Egito e se colocam à sua disposição. Ísis reivindica para si a coluna feita com o tronco de acácia e corta o pilar de madeira, liberando o caixão do marido que se encontrava no seu interior. 
   A deusa transporta dali a arca e a esconde numa região pantanosa no delta do rio Nilo. Dali, volta para a cidade de Buto, para encontrar seu filho Hórus (ou Harpócrates, para os gregos).
Hórus, deus dos céus, por vezes era representado como falcão. 
Seu olho esquerdo (o Olho de Hórus, ou Udyat), ferido na luta 
contra Seth (deus do mal), foi substituído por um amuleto de 
serpente, o qual tornou-se o grande símbolo do poder dos faraós.  
    Os eventos finais da lenda do deus Osíris serão narrados estudos seguintes.
Link para => Parte 1 deste estudo.
Link para => Parte 2 deste estudo.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Personagens do Grau 31 (Osíris) - Parte 2

    Dando continuidade ao estudo do deus egípcio Osíris, personagem do Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador).
As imagens de Osíris exibem-no
 portando um cajado e um chicote,
simbolizando os poderes de
  conduzir seu povo e de puni-lo.
  Segundo tradições que remontam aos Textos dos Sarcófagos (ou Livros dos Sarcófagos), Osíris e sua esposa Ísis, governaram o Egito por mais de cinquenta anos, conduzindo o país com justiça, promovendo o progresso e desfrutando da grande admiração de todo o povo.
   Os principais rivais de Osíris eram o seu irmão Seth, que ha
via sido relegado a governar

no deserto, e seus setenta e dois seguidores.
    Com o intuito de livrar-se de Osíris e assumir o governo de todo o Egito, Seth convidou o rei-deus para um banquete, no qual homenagearia ricamente a realeza do Egito e presentearia o seu irmão Osíri
s.
   No decorrer da festa, Seth
exibiu no salão um cofre feito com cedro, finamente decorado em ouro e preparado com as dimensões do rei.
Seth (com cabeça de hiena) convida Osíris
a deitar-se no cofre que seria ofertado.
   O cofre seria oferecido ao convidado que melhor coubesse no seu interior. Diversos convidados entraram e saíram do interior da urna, mas a mesma era grande demais. Chegada a vez de Osíris, ele se deitou e coube exatamente nas medidas do cofre. Seth e seus comparsas, de imediato, fecharam a urna com uma pesada tampa e selaram-na com metal derretido, prendendo Osíris no seu interior. Agindo com grande violência, Seth e seus cúmplices atiraram o cofre no rio Nilo, que arrastou-o rapidamente para um local desconhecido.

O delta do rio Nilo é a região no alto
do mapa, onde o rio se bifurca e
deságua no Mar Mediterrâneo.
    A partir daí, Seth e seus seguidores assumiram o poder no Egito e deram início a um reinado terror. Realizaram perseguições a todos aqueles que haviam apoiado seu irmão, obrigando os deuses Anúbis e Thoth, bem como a rainha Ísis, grávida de Osíris, a esconderem-se.

  Como objetivo de procurar o corpo do seu marido, a rainha segue rio abaixo, escoltada por sete escorpiões, e dirige-se para a região do delta do Nilo (região onde o rio Nilo deságua no Mar Mediterrâneo), localizada no Baixo Egito.
   Após alguns dias de caminhada, a deusa chegou na cidade de Buto, onde deu a luz ao deus Hórus (deus com corpo humano e a cabeça de falcão)

   A criança, logo após o nascimento, ficou sob os cuidados da deusa-serpente Uadite, que reinava sobre o delta do Nilo, a fim de que sua mãe continuasse nas buscas do corpo do deus Osíris.
   Os eventos finais da lenda do deus Osíris serão narrados estudos seguintes.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Personagens do Grau 31 (Osíris) - Parte 1

   O deus egípcio Osíris é um importante personagem estudado no Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) do Rito Escocês Antigo e Aceito.
   Sua figura, maçonicamente, simboliza o julgamento ao qual todos seremos submetidos após a morte. Era considerado, no Antigo Egito, o deus do Além, ou da Eternidade.
Osíris era retratado em verde 
por ser o Deus da Vegetação.
  Osiris era o filho primogênito da deusa Nut (o Céu) com o deus Geb (a Terra) e tinha como irmãos o deus Set (ou Seth) e as deusas Ísis e Néftis.
     Apesar da sua origem divina, a mitologia afirma que, antes de tornar-se o deus da Eternidade, Osíris governou as terras do Egito, milênios antes de Menés (ou Narmer), o primeiro faraó.
     Na sua forma terrena, o deus do Além era negro e possuía um porte físico muito superior ao dos seres humanos.
    Osíris teria assumido, na cidade de Tebas, o governo das terras egípcias das mãos do deus Rá (o Sol), ou do deus Shu (o Ar Seco)
Posteriomente casou-se com sua irmã, a deusa Ísis. O deus Set (ou Seth), seu irmão, casou-se com a outra irmã, a deusa Néftis.
Seth era retratado em vermelho
 e era considerado deus da 
desordem, da violência e da traição.
   Diferentemente de Osíris, ao deus Set coube apenas o governo dos oásis existentes no deserto egípcio. Esse cargo de menor prestígio resultou num permanente ódio de Set contra seu irmão Osíris.
    Conta a tradição que, quando assumiu o Egito, sua população encontrava-se em estado de selvageria. Apesar de viverem às margens do rio Nilo, não reconheciam as plantas comestíveis e os alimentos eram escassos, chegando a praticarem a antropofagia
     Teriam sido os deuses Osíris, Ísis e Néftis os responsáveis por ensinarem ao povo os primeiros passos que os levariam a se tornarem uma civilização.
   Conforme a mitologia, Ìsis teria ensinado aos egípcios como deveriam constituir e conviver em família, bem como as técnicas de tratamento dos doentes. À deusa Néftis coube ensinar a tecelagem e a confecção de pães.
A medicina egípcia incluía o uso de ervas, emplastros e óleos.
   Osíris, que também era o deus da vegetação, ensinou aos homens quais plantas serviriam como alimentos, entre elas: o trigo, a videira e a cevada. Ensinou também as técnicas de semear, colher, moer os grãos, prensar uvas para fazer o vinho, obter a cerveja a partir da cevada e extrair metais da terra (como ouro, o cobre e o ferro). 
Na mitologia, Ptah foi o primeiro
 rei divino do Egito, entre 5.000 e 
6.000 anos antes da Era Cristã.
     A tradição egípcia afirma que Osíris construiu com as próprias mãos a primeira enxada.
   O período de Osíris à frente do povo egípcio é considerado como a Idade do Ouro do Antigo Egito e remonta aproximadamente ao quinto ou sexto milênio antes da Era Cristã.
      À luz da filosofia maçônica, é possível considerar que o deus Osíris, durante seu período junto aos homens, desempenhou um papel emancipador, usando a educação, o trabalho e os valores ligados à família, como as ferramentas do seu esforço civilizatório.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Personagens do Grau 31 (Ammut, o devorador)


  No Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador) é estudado o Tribunal de Osíris. Esse Tribunal é um colegiado de divindades egípcias presidido por Osíris (Usir, ou Ausar), deus da vegetação e da vida no Além. (Sobre o Tribunal de Osíris, acesse o link => ESTUDO SOBRE O TRIBUNAL DE OSÍRIS)
    Conforme a Antiga Religião Egípcia, após a morte, a alma do defunto era conduzida ao Tribunal de Usir (Osíris) e julgado conforme as antigas tradições.
Tradicionalmente, Osíris é representado sentado em seu trono,
tendo às suas costas as deusas e irmãs Néftis e Ísis. 
   No decorrer do julgamento, o coração do morto era pesado e seu atos durante a vida eram analisados. Caso o morto fosse condenado, tornava-se um renegado e sua alma e seu coração eram devorados pelo deus Ammut (Ammit, Amut ou Ahemait).
    Ammit era representado como um híbrido de: hipopótamo (parte traseira), leão (o corpo) e crocodilo (a cabeça).

      Esse personagem era retratado em antigas gravuras ocupando um lugar na Sala das Duas Verdades (Salão do Julgamento), próximo à balança que pesava o coração do morto.
Ammut acompanha o resultado da pesagem do coração do morto.
As anotações são feitas pelo deus Toth.
  O deus Ammut simbolizava para os antigos egípcios a condenação eterna aplicada pela justiça divina. Com a devoração da alma, o condenado deixava definitivamente de existir.
Ammit devorava o corpo e alma do condenado.
     Ammit era um deus terrível, inspirador do mais profundo terror e, por isso, era idealizado como uma mistura dos animais considerados os mais perigosos por aquele povo.
    Filosoficamente, a missão de Ammut significa a aplicação implacável da pena divina, após o julgamento dos atos em vida.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Indicação de literatura maçônica (Lendas Maçônicas)

   A indicação de literatura maçônica é o livro Lendas Maçônicas, de autoria do pesquisador e escritor maçom RIZZARDO DA CAMINO.

    A obra apresenta sete das principais lendas que compõem o conjunto dos ensinamentos gerais da Maçonaria, bem como da sua mitologia.
  A apresentação das lendas obedece uma ordem cronológica e são eixos importantes das tradições do Rito Escocês Antigo e Aceito.
     No livro são apresentadas as seguintes lendas:
- a lenda do patriarca Enoch (ou Enoque, Enoc, Hanokh), "aquele que andou com Deus";
- a lenda do deus egípcio Osíris, um dos maiores personagens do panteão do Antigo Egito;
-  a lenda do guardião da Arca da Aliança, ligada ao Grau  13 (Cavaleiro do Real Arco);
- a lenda da Escada de Jacó, que se refere à escada mencionada no livro do Gênesis Capítulo 28, versículos 11 a 19;
No sonho, Jacó viu anjos que subiam e desciam
uma escada que ia da Terra ao Céu.
-  a lenda de Hiram Abbiff (ou Abif, Abiff), a qual é apresentada no Grau 3 (Mestre Maçom) do nosso Rito e repercute em diversos graus posteriores;
- a(s) lenda(s) de São João, na(s) qual(is) são observados diversos personagens relacionados à Maçonaria e que são conhecidos como São João: o Batista, o Evangelista, da Cruz, o Crisóstomo etc.;
- a lenda da Jerusalém Celeste, apresentada no livro do Apocalipse e estudada nos Conselhos de Kadosch.
Segundo o Apocalipse, a Jerusalém Celeste será
a morada definitiva do justos, após o Julgamento Final. 
  O estudo detalhado dessas lendas complementa e aprofunda os ensinamentos doutrinários e litúrgicos obtidos em cada Grau. Neste sentido, podemos destacar as lendas do Mestre Hiram Abbiff e de Osíris, deus da Eternidade para os egípcios, as quais englobam diversos graus do Rito Escocês Antigo e Aceito.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Assuntos do Grau 31 (O Tribunal de Osíris).

   O Tribunal de Osíris é um importante tema analisado no Grau 31 (Grande Inspetor Inquisidor Comendador), cujos estudos remetem à Antiga Mitologia Egípcia.
  Essa corte mitológica, descrita no Livro dos Mortos, representava o conjunto de alegorias pelas quais os antigos egípcios acreditavam que se aplicava a Justiça Final após a morte.
A partir da esquerda: o morto (conduzido), Anúbis (condutor), Anúbis (pesando), Ammit (o devorador), Toth (anotando), o morto (sendo apresentado), Hórus (apresentando), Osíris (juiz), Ísis e Néftis (ambas atrás de Osíris).


   Nos estudos realizados no Grau 31, é descrita a formação tribunal divino egípcio, relatando-o como uma corte que avaliava os atos de cada pessoa no decorrer da vida. Esse colegiado, presidido pelo deus Osíris, era formado por 42 deuses-juízes e se reunia num local chamado Sala das Duas Verdades.
   O morto ao chegar ao Tribunal de Osíris, era conduzido pelo deus Anúbis, que lhe retirava o coração, centro da sua consciência, e o colocava num dos pratos de uma balança onde, no outro prato estava colocada uma pena de avestruz (símbolo de Maat, deusa da Verdade). Caso o coração do morto fosse mais pesado que a pena, era decretada a condenação e o condenado tinha sua alma devorada por Ammit (ou Amut)
    O deus Toth anotava o resultado obtido na medição e o deus Hórus o encaminhava a OsírisCaso o morto fosse absolvido, ele reencarnaria em seu próprio corpo e seguiria, juntamente com seus pertences, para um paraíso conhecido como Aaru. Daí resulta a importância da mumificação para aquele povo.
A mumificação permitia que o corpo do morto fosse preservado,
 em razão do julgamento.
 
   À luz da filosofia maçônica, o Tribunal de Osíris é uma importante alegoria do Grau 31 que tem, entre outros significados, o simbolismo de que a Verdade e a Justiça são os caminhos que devem orientar a vida do Homem na sociedade, consolidando a máxima de que "a Justiça é a Verdade em ação"
    Clique no link abaixo e acesse o estudo sobre o Tribunal de Osíris.


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Obras de arte vizinhas ao Consistório (Parte 2)

     Dando continuidade à divulgação das obras de arte localizadas no pavimento do Consistório Nº 1, merecem menção o quadro do Tribunal de Osíris, situado na entrada do pavimento.
Quadro do Tribunal de Osíris.

     A segunda referência é relativa aos quadros de JOSÉ BONIFÁCIO  DE ANDRADA E SILVA, fundador do Consistório Nº 1 e MANOEL JOSÉ DE OLIVEIRA, primeiro presidente do Consistório Nº 1.
Quadro de JOSÉ BONIFÁCIO DE ANDRADA E SILVA.

Quadro de MANOEL JOSÉ DE OLIVEIRA.

      Por fim, faremos um destaque especial àquela que é a mais bela obra de arte do entorno do Consistório Nº 1, a porta de entrada do Templo. Finamente trabalhada e ornamentada, a parte externa da porta do templo do Consistório Nº 1 merece destaque quando comparada com qualquer outro adereço da Maçonaria em todo o país.


     A primeira parte desta postagem encontra-se em: